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	<title>O Balanço</title>
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	<description>Comentários gerais, insandices e bobagens de todo o gênero.</description>
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		<title>O Balanço</title>
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		<title>Adeus, ano velho</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 00:50:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Medina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A passagem de ano, assim como o Natal e outras tantas datas de comemoração, em nada me afetam. O sol não nascerá mais ou menos amarelo porque um novo ano, na nossa contagem, começa. Contudo, não consigo me manter imune às incontáveis referências de passagem e encerramento. E, nessa sensação, impossível não traças um breve [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=100&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A passagem de ano, assim como o Natal e outras tantas datas de comemoração, em nada me afetam. O sol não nascerá mais ou menos amarelo porque um novo ano, na nossa contagem, começa.</p>
<p>Contudo, não consigo me manter imune às incontáveis referências de passagem e encerramento. E, nessa sensação, impossível não traças um breve balanço desse ano.</p>
<p>O dado mais relevante, de muito longe, foi a superação de um temor tão antigo. Mostrando o que eu já supunha, mas não me dava por certo, fiquei com uma menina. De fato, aquela incongruência que já tanto tempo se arrastara encontrou seu final. Os tantos anos passados sem conseguir fazê-lo, sem vencer a timidez, o temor de rejeição, o medo de não me portar incisivamente, tudo isso foi por água [ou álcool, pra ser mais exato] embora. E, com ele, as dúvidas que tantas vezes sufoquei, sobre se na prática eu repetiria as minhas preferências da estética.</p>
<p>O &#8220;affair&#8221; foi curto, porém tórrido. Lamento por seu fim, culpo-meele, pela inexperiência, mas meu saldo é o de que fiz o que podia fazer. Acima de tudo, e de todos os erros e senões, provei-me homem, senti-me inteiro. Consegui cumprir com meu papel de macho: soube provocá-la, excitá-la e satisfazê-la. Comi como ela merecia ser comida, se é que o papel do homem é o de quem come. O tesão foi tanto que gozar não foi suficiente para me manter &#8220;desmobilizar&#8221;. Desempenhei com ela um papel de amante muito superior ao que trilhei com as prostitutas.</p>
<p>É pena que o carinho dela não mais é acessível, que eu não vou ter mais aqueles abraços, aquela carinha tão linda. Lamento por não mais ter aquela ansiedade pela proximidade de sua chegada,  por fingir que não me preocupava com aquele atraso regulamentar, por não mais abraçá-la na soleira da sala, nem por vê-la fumando aquele primeiro cigarrinho na área de serviço.</p>
<p>É pena também que ela não saiba por tudo o que ela representou pra mim, uma superação de 19/20 anos de dúvidas e angústias. Mas pra sanidade da minha relação com ela, nem todos os detalhes precisam ser ditos.</p>
<p>Deixo, porém, meu agradecimento sincero a ela. Pelo apoio enquanto éramos só amigos, por todo o carinho no curto espaço de tempo em que fomos ficantes, pelo peso que ajudou a tirar de mim.</p>
<p>E ao ano que se encerra, a  certeza de que nunca será esquecido. Ao que se inicia, a esperança, com uma ponta de certeza, de que muitos progressos podem ser feitos.</p>
<p>Hasta!</p>
<p>C. Medina.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/obalanco.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/obalanco.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/obalanco.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/obalanco.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/obalanco.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/obalanco.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/obalanco.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/obalanco.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/obalanco.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/obalanco.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/obalanco.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/obalanco.wordpress.com/100/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/obalanco.wordpress.com/100/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/obalanco.wordpress.com/100/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=100&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>fria</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 04:20:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Medina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa fria noite de outono, já madrugada, sei q o objeto das minhas más intenções tem um rolinho em sp. De fato, percebo q minhas frustrações são mínimas, menores, pq os desejos são igualmente menores. Tombei com a Loira, tombei com a morena, a quem furtivamente encontrei hoje na rodoviária. Ela é de família simples, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=97&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa fria noite de outono, já madrugada, sei q o objeto das minhas más intenções tem um rolinho em sp.</p>
<p>De fato, percebo q minhas frustrações são mínimas, menores, pq os desejos são igualmente menores.</p>
<p>Tombei com a Loira, tombei com a morena, a quem furtivamente encontrei hoje na rodoviária. Ela é de família simples, ms se veste bem &#8211; e a do aparente namorado, muito bem alinhada.</p>
<p>Achei q N mostrava interesse, esnobei, soube q ela procurava outro, me frustrei, tive o ego um pouco abalado.  Hj, a japa, japa q me tem despertado.</p>
<p>Não lamento sentir pequenos tombos. Lamento não interiorizar que o mundo é feito de imanências, que quase nada nesse campo tem permanências, que ficar nada significa, que um rolo não é nada, que um beijo e um amasso não tem implicações além deles mesmos.</p>
<p>A razão desse pensar é complexa: inexperiência, supervalorização, temor, receio, eu não sei. O fato é que fujo quando o circo aperta, e, de longe, devaneio até encontrar a queda. Caído ao chão, sinto mais uma vez o gosto do meu sangue miscigenado ao asfalto e sei que mais uma vez minhas fantasias idealizadas não se realizaram. O bálsamo e o diabo é que isso é menos impactante por estas bandas. Mas meu regresso à cidade não tarda nem um pouco, justo no fds do dia dos namorados. E o incômodo, esse sim, não me abandonará.</p>
<p>Até lá, sigo.</p>
<p>Medina, C.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/obalanco.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/obalanco.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/obalanco.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/obalanco.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/obalanco.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/obalanco.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/obalanco.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/obalanco.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/obalanco.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/obalanco.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/obalanco.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/obalanco.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/obalanco.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/obalanco.wordpress.com/97/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=97&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Frost/Nixon</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 01:37:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Medina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
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		<category><![CDATA[nixon]]></category>

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		<description><![CDATA[That&#8217;s our tragedy, you and I Mr. Frost. No matter how high we get, they still look down at us. (&#8230;) No matter how many awards or column inches are written about you, or how high the elected office is, it&#8217;s still not enough. We still feel like the little man. The loser. They told [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=94&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>That&#8217;s our tragedy, you and I Mr. Frost. No matter how high we get, they still look down at us.<br />
(&#8230;)<br />
No matter how many awards or column inches are written about you, or how high the elected office is, it&#8217;s still not enough. We still feel like the little man. The loser. They told us we were a hundred times, the smart asses in college, the high ups. The well-born. The people who&#8217;s respect we really wanted. Really craved. And isn&#8217;t that why we work so hard now, why we fight for every inch? Scrambling our way up in undignified fashion. If we&#8217;re honest for a minute, if we reflect privately, just for a moment, if we allow ourselves a glimpse into that shadowy place we call our soul, isn&#8217;t that why we&#8217;re here? Now? The two of us. Looking for a way back into the sun. Into the limelight. Back onto the winner&#8217;s podium. Because we can feel it slipping away. We were headed, both of us, for the dirt. The place the snobs always told us that we&#8217;d end up. Face in the dust, humiliated all the more for having tried. So pitifully hard. Well, to *hell with that*! We&#8217;re not going to let that happen, either of us. We&#8217;re going to show those bums, we&#8217;re going to make &#8216;em choke on our continued success. Our continued headlines! Our continued awards! And power! And glory! We are gonna make those mother fuckers *choke*!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/obalanco.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/obalanco.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/obalanco.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/obalanco.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/obalanco.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/obalanco.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/obalanco.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/obalanco.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/obalanco.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/obalanco.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/obalanco.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/obalanco.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/obalanco.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/obalanco.wordpress.com/94/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=94&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>chance malbaratada?</title>
		<link>http://obalanco.wordpress.com/2010/04/09/chance-malbaratada/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 03:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Medina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[7 meses passados. de novo? muito. de relevo? pouco. crises, mudança, alegria, crises, estabilização (será?) hoje, como ontem, só uma sensação: relutância frente ao novo. a vida não pára, de fato não pára. as mudanças que tanto ansiei, a última barreira a cair, tudo me vem à mão, de bandeja. eu chego ao umbral, estou [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=91&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>7 meses passados.</p>
<p>de novo? muito. de relevo? pouco.</p>
<p>crises, mudança, alegria, crises, estabilização (será?)</p>
<p>hoje, como ontem, só uma sensação: relutância frente ao novo.</p>
<p>a vida não pára, de fato não pára.</p>
<p>as mudanças que tanto ansiei, a última barreira a cair, tudo me vem à mão, de bandeja.</p>
<p>eu chego ao umbral, estou a um passo de cruzá-lo, ela vem em minha direção.</p>
<p>ela se achegou, abracei,  me beijou, uma vez, duas&#8230;</p>
<p>as luzes piscam</p>
<p>naquele átimo de segundo, em que se fez claridade o que era e tornou a ser sombra, um raio me perspassa</p>
<p>o que ele me traz? dúvidas e soberba, soberba e dúvidas.</p>
<p>eu penso q não quero, que não gosto dela, que ela namorou O, que não vai ser assim, que eu posso mais, alguém de quem eu goste ou por quem me interesse mais, por quem me dê mais tesão (q incongruência! só agora lembro q ela já foi causa de vigorosa ereção!)</p>
<p>que curioso.</p>
<p>resoluto, viro o rosto, abraço e giro, encaminhando-a para outros amigos dela.</p>
<p>as luzes piscam novamente e vejo o japonês tomá-la pela mão. bom proveito, lobos, fartem-se.</p>
<p>acuado, eu saio, vou para outro ambiente. reabasteço o copo e perto da porta me sento num sofá de couro vermelho. aqui não piscam luzes e eu sou muito visível. confio q o fluxo de pessoas será cortina e bebo, bebo, quero ficar bêbado. esquecer, me transportar de lá.</p>
<p>repito minhas palavras, tento me convencer de que eu não vou ficar com ela só por ficar, que não sou assim, não eu.</p>
<p>(o eu de quatorze anos me mataria se me visse, é certo).</p>
<p>voltei pra casa com esse pensamento. cruzei o mundo fixo nisso. de volta, ela está fria, seca. foram dias com isso na cabeça, o único tema que preenchia meu dia. fiquei indignado: ela não sabe lidar com a rejeição como eu, nisso tenho traquejo. eu não faria assim, não daria o gostinho de saber q eu me afetei com o acontecido. mas, enfim&#8230;</p>
<p>Aí passou.</p>
<p>semanas depois, o uísque, meio litro, em 2, em uma sentada.</p>
<p>relatei.</p>
<p>levei puxão de orelha. em síntese, estou escolhendo demais, estou perdendo uma oportunidade. &#8220;da próxima vez, por favor, lembra de mim e pense no que está fazendo. ou melhor, não pense e aja&#8221;.</p>
<p>aí veio a dúvida. ele acertou, sem saber, a questão da soberba, da escolha.</p>
<p>ele tem razão. é uma chance d&#8217;eu ter o q qro, experiência, necessária. é instrumento, pros dois, não é fim. pq não, pq não? q bobeada&#8230; q desperdício&#8230;</p>
<p>mas eu insisto, pra mim ainda é especial, ainda não é banalizado, por isso a importância, a tola importância, a antiquada importância, a antiquada compostura. e me pergunto, qual a razão da tantos &#8220;dedos&#8221;?</p>
<p>o medo. sempre ele. o medo.</p>
<p>o medo de ser comparado, de errar, de ser falado, de ser questionado, de levantar dúvidas e suspeitas.</p>
<p>mas veja, a cama está armada. pra quem ela pode falar, os q interessam, de tudo sabem e a tudo entenderão, em silêncio.</p>
<p>mas msm assim, padeço.</p>
<p>e ela novamente está dócil, louca pra saber da vida amorosa&#8230; (mal sabe ela! que vida amorosa? vc achou alguma? pq eu nada vejo&#8230;)</p>
<p>aí q mora o problem, a dúvida. deveria ficar?</p>
<p>de um lado racional, dito aqui, bem pensado, claro q sim. experiência, compadre, experiência q vc está disposto a comprar, a preço de nada. nem mesmo o temível constrangimento de abordar, de puxar assunto com uma desconhecida, a palhaçada de criar um vínculo, nada, nada, nada.</p>
<p>e não se  iluda. a pantomima de dizer que tem que gostar é ilusória: qndo eu gosto, ou quero, me embanano todo, me constranjo todo, e boto os pés pelas mãos. inviabilizo qq abordagem. me conheço. ou seja, o gostar/querer conduz ao resultado oposto.</p>
<p>mas o diabo, o diabo são as luzes piscando, induzindo a alternância, instigando a gente a romper com o que se espera, a mudar o script e a comutar os selinhos em beijos na face, o amasso em abraço e a girá-la, conduzindo-a ao japonês. a negar, a refugar, a se esconder, a não sair da cálida zona de conforto, quase o regresso ao útero, de onde só a fórceps saí.</p>
<p>Não há conclusão, não resultam certezas. Só as perguntas. Até quando eu vou resistir? Até quando desejarei chances e, diante delas, darei um passo para trás, repudiando o umbral? Errei ou acertei? Até que ponto é válido o argumento de que no fundo só estou me resguardando, logo eu que sou tão impetuoso em outros campos,  e em que medida eu estou só preso a uma fantasia ignóbil e infantilizante?</p>
<p>Hasta.</p>
<p>C. Medina.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/obalanco.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/obalanco.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/obalanco.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/obalanco.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/obalanco.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/obalanco.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/obalanco.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/obalanco.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/obalanco.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/obalanco.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/obalanco.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/obalanco.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/obalanco.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/obalanco.wordpress.com/91/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=91&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A onda que não cessa</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 21:41:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Medina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabo de voltar da sessão de &#8220;A onda&#8221; (Die Welle), que aguardava com ansiedade. A filmagem tem seu mérito por atualizar a adaptar uma história da Califórnia dos anos 1960 para a Alemanha moderna. O que mais me intrigou e instigou no filme, contudo, é que esse &#8220;experimento&#8221; de fato ocorreu. Em duas semanas, um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=88&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo de voltar da sessão de &#8220;A onda&#8221; (Die Welle), que aguardava com ansiedade.</p>
<p>A filmagem tem seu mérito por atualizar a adaptar uma história da Califórnia dos anos 1960 para a Alemanha moderna.</p>
<p>O que mais me intrigou e instigou no filme, contudo, é que esse &#8220;experimento&#8221; de fato ocorreu. Em duas semanas, um professor, com puro efeito pedagógico, tencionando ensinar como era possível a constituição de uma ditadura de molde fascista, criou-a de fato.</p>
<p>Tudo isso é uma clara demonstração de como a sombra dos totalitarismos nos rodeia a cada dia, assim como nos circundou no passado e, acredito, continuará a espreitar no futuro. Tudo como as vagas, que vão e vem, para novamente tornar a vir e voltar.</p>
<p>O próprio filme aponta algumas das condições necessárias ao desenvolvimento desses grupos: insatisfação social e sentimento de injustiça,  que se traduzem na sede por mudança.</p>
<p>Esses dois fatores, que podem concretamente se ligar a uma série de outros, tal como o desemprego, a exploração, a miséria e a ideia de que há um &#8220;inimigo comum&#8221; (Irã, Venezuela), no campo político, ou, no caso específico dos jovens que o filme retrata, problemas familiares (Karo e Tim), a inexistência de um objetivo de vida (Jens), que passa ser a comunhão ou o líder, a exitação diante da união, que soprepõe raças (Sinan) e classes (Lisa) e seus benefícios (a interação, a mútua proteção), em contraponto com uma certa sensação de superioridade sobre os não inciados, que se traduz em segregação (as restrições ao acesso de determinados portões).</p>
<p>E esse quadro peculiar é, ao que me parece, válido para qualquer tipo de associação, de grupamento. A sensação de pertencer a um grupo, de encontrar semelhantes, de encontrar apoio nos outros, de fazer parte de um todo maior foi, para mim, inebriante.</p>
<p>Experenciei parte disso em um grupo de jovens, em que o ingresso era secreto e cujos benefícios dentro e fora da cidade são realmente impressionantes.</p>
<p>Mas quantos não o experimentam nas religiões e seitas?</p>
<p>E esse quadro também  me parece aplicável aos partidos políticos, mesmo aos partidos acadêmicos, que controlam publicações, próprias ou institucionais (dos Centros e Diretório cujo poder ocupam), onde ronda uma névoa de intolerância e aversão a ideias estranhas às veiculadas por eles.</p>
<p>Sempre que, ligados a um grupo, rejeitarmos o outro, penso que caminharemos a passos largos ao autoritarismo.</p>
<p>Por tudo isso, a grande vantagem do filme é colocar em pauta um tema da ídole humana: nossa suscetibilidade a totalitarismos e a líderes que nos disciplinem, unam e uniformizem. Nos convertam de seres isolados e que apontam para direções diversas para uma massa, única e unidirecionada, que se espalha e expande, soçobrando os que se opõe, quer à nossa orientação, quer se recusem a nos integrar.</p>
<p>Por que isso? Precisamos de dominação, de alguém que nos diga o que fazer? Não sei.</p>
<p>Recomendo: http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/obalanco.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/obalanco.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/obalanco.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/obalanco.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/obalanco.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/obalanco.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/obalanco.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/obalanco.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/obalanco.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/obalanco.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/obalanco.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/obalanco.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/obalanco.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/obalanco.wordpress.com/88/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=88&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Sentimentos fortes</title>
		<link>http://obalanco.wordpress.com/2009/08/15/sentimentos-fortes/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 03:44:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Medina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabo de assistir ao filme &#8220;Má educação&#8221; e sou levado, nesse momento, contemplar os sentimentos fortes da paixão e do desejo. Não disponho de suficiente conhecimento ou experimentação para separá-los e confrontá-los com rigor, mas, ao que me parece, a paixão talvez seja mais ampla e genérica, referente a um querer sem limites e que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=85&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo de assistir ao filme &#8220;Má educação&#8221; e sou levado, nesse momento, contemplar os sentimentos fortes da paixão e do desejo.<br />
Não disponho de suficiente conhecimento ou experimentação para separá-los e confrontá-los com rigor, mas, ao que me parece, a paixão talvez seja mais ampla e genérica, referente a um querer sem limites e que traz em si um viés de sufocação, de aprisionamento, de subjugação do outro. Esclareço-me: o que se apaixona quer ao outro integralmente, completamente, em todos os campos em que tal seja possível. Até a atenção a terceiros pode ser motivo pra insatisfação, pra luta renhida.<br />
O desejo é mais específico. Penso &#8211; com a displicênica dos que creem estar a errar &#8211; que ele se reporta ao querer de aspecto carnal, ao querer no que pertine  à  satisfação da libido.<br />
A despeito de meus equívocos conceituais, estou certo de que me faço entender.<br />
São ambos sentimentos fortes, memoráveis e admiráveis. São forças motrizes das mais básicas, das mais elementares ou, como preferem alguns, das mais primordiais. Mostram-se por meio de impulsos que não nasceram para ser controlados. Conduzem-nos a ações que pareceriam irrefletidas, se fossem analisadas racionalmente. Mas não, eles não integram o campo do racional. Ao contrário! Desejos e paixões não conhecem os limites do racional. Não se submetem às fronteiras e barreiras em que, depois de dissecar e catalogar, encerramos, como se estivessem em caixas, os sentimentos e conceitos que julgamos racionalizados.<br />
Desejos e paixões remetem à liberdade. Pertencem à natureza. Têm a amplitude de um oceano, a intempestividade da tormente e a fúria do tornado, embora possam se manifestar, enquanto latentes, com a leveza da brisa.<br />
São estes sentimentos, como a fome, a inveja ou a fúria, que nos remetem ao que há de mais natural e primitivo. Remetem aos homens que vagavam pelos campos ainda inexplorados, sem fronteiras, civilizações ou cidades. Remetem à liberdade que antecedeu a Era Glacial, que antecedeu as cavernas. Remetem ao que há de mais gutural em nós, e, exatamente por isso, ao que há de mais animalesco. Não por outro motivo que o cheiro e o gosto do objeto do desejo têm tanta importância. E os olhos e a face de quem se vê arrebatado pelo tesão, ou mesmo os sons &#8211; guturais &#8211; que produzimos na transa e, especialmente, no orgasmo isso bem provam.</p>
<p>Enfim, queria tornar ao começo, remetendo ao filme e como seus personagens poderiam servir para sustentar a diferença proposta entre paixão e desejo. Mas agora já me parece que era tudo misturado. Nem a mim convenço da distinção. Pouco importa. Eu sabia que podia estar errado quando me aventurei na escrita. O mais importante é que eu tenho me descoberto animado, desejoso. Hoje estive a ponto de sair, e amanhã é certo. Estou disposto a recuperar o tempo perdido. E vou fazê-lo.</p>
<p>Sinto-me como Scarface. O mundo é meu.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/obalanco.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/obalanco.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/obalanco.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/obalanco.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/obalanco.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/obalanco.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/obalanco.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/obalanco.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/obalanco.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/obalanco.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/obalanco.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/obalanco.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/obalanco.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/obalanco.wordpress.com/85/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=85&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Pelos pequenos Campos e Vales</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 02:50:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Medina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Aniversário de A. Fomos os cinco: B, D, G, L. Bebi e comi de graça, o suficiente pra considerar que valeu a pena. D me encheu o saco, muito. Continua naquele ritmo. Na ida, só patada, dela e do betinho. Na volta, ele foi motorista e nós no banco de trás. Um atrapalhando o outro [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=80&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aniversário de A. Fomos os cinco: B, D, G, L. Bebi e comi de graça, o suficiente pra considerar que valeu a pena.<br />
D me encheu o saco, muito. Continua naquele ritmo. Na ida, só patada, dela e do betinho. Na volta, ele foi motorista e nós no banco de trás. Um atrapalhando o outro a se deitar no banco. Depois a coisa deu uma serenada: ela veio deitada no meu colo, nós três cantando modas, braços entrelaçados.<br />
No Burger, mesma coisa. Em casa, serenou. Voltaram as patadas.<br />
Dormimos lado a lado e eu ainda acaricie seus cabelos até ela dormir.<br />
Estive excitado, o tempo todo. Me controlei, obviamente. Mas queria estar perto, sentir a mão entrelaçada à minha. Me controlei pelo menos nesse ponto e me arrependi bem cedo do carinho e da atenção.<br />
Se é isso que ela quer dizer com morder e assoprar, lamentavelmente quem mordeu a isca fui eu. Se é pra tratá-la apenas como uma amiga, e me parece que é isso que eu quero, não posso ir atrás dela, dar atenção. A iniciativa para o contato não pode ser minha, mas, uma vez que ela venha, posso corresponder. Acho que aí as coisas atingem um bom termo: eu não a procuro, mas se ela vem, honro a amizade e dou atenção, como daria a L, AH, F, M e mesmo a G ou P.<br />
Quando D e B dão pra me dar patadas e tiradas, me enchem o saco. E isso começa a me incomodar. Se bem sei o resultado, será afastamento. Veremos como me comporto.<br />
Em protesto, anoto que me espremi na cama para que ela pudesse dormir, abraçada ao travesseiro e pegando toda a coberta. Não podia ficar muito perto, caso contrário minha ereção levaria a uma explosão. Me comprimi, passei horas sem dormir, ouvindo roncos e suspiros e gemidos e tremidas alheios até que desencanei e permiti-me roncar. Eles ainda reclamaram, muito, do meu ronquinho.<br />
Numa dessas, ele me disse que eu era bobo e se &#8220;fechasse o olho&#8221; e desse abertura pra uma experiência bissexual, veria que é tudo a mesma coisa. D prontamente concordou.<br />
Eu fiquei com isso entalado: quem eles pensam que são pra saber do que eu gosto, quais as minhas preferências e o quê eu devia experimentar. Muito me admira, aliás, essa dúvida de B sobre se eu sou mesmo heterossexual. Fiquei entalado, puto mesmo. Depois, fui mexer com ele e acabei dizendo, com &#8220;hum-hum&#8221; que nós gostávamos de coisas diferentes, ao que ele ficou bravo, bem bravinho, disse que gostávamos das mesmas coisas e ponto final. Eu comecei brincando e o negócio terminou assim. Fiquei meio encabulado e fui dormir.<br />
Vi agora o Mysterious Skin. É um filme interessante. Traça a trajetória de dois jovens que tiveram um ponto de encontro quando crianças, na casa dos oito anos, e cujas histórias vieram a se cruzar de novo apenas mais de dez anos depois, para o esclarecimento de dúvidas e lacunas que permeavam o passado de um deles.<br />
É curioso, quero saber o q B pretende discutir. Há um curioso paralelo com um dos personagens.<br />
Minha situação é bem mais suave, mas remanesce a questão dos lapsos de esquecimento, de uma certa assexualidade por anos a fio (será mesmo?), o temor ao lidar com mulheres, o sangramento no nariz.<br />
Veremos o que ele me dirá.<br />
Hasta!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/obalanco.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/obalanco.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/obalanco.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/obalanco.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/obalanco.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/obalanco.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/obalanco.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/obalanco.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/obalanco.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/obalanco.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/obalanco.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/obalanco.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/obalanco.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/obalanco.wordpress.com/80/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=80&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Just a little unwell</title>
		<link>http://obalanco.wordpress.com/2009/07/27/just-a-little-unwell/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 01:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Medina</dc:creator>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[é ou não é?]]></category>
		<category><![CDATA[balanço da vida diária]]></category>
		<category><![CDATA[dúvidas]]></category>
		<category><![CDATA[desconcerto]]></category>
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		<description><![CDATA[1- Como eu me sinto agora: A mesma sensação que me pegou durante a semana, na quinta. Pq? Observei um casal de namorados andando juntos, abraçados. Ele bem feio para ela. Veio à minha mente, mais uma vez, que esse é um mundo assaz distante pra mim. Veio a dúvida sobre se um dia ele [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=76&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1- Como eu me sinto agora:</p>
<p>A mesma sensação que me pegou durante a semana, na quinta. Pq? Observei um casal de namorados andando juntos, abraçados. Ele bem feio para ela.</p>
<p>Veio à minha mente, mais uma vez, que esse é um mundo assaz distante pra mim. Veio a dúvida sobre se um dia ele será meu, ou se eu a ele pertencerei. Tremi diante da possibilidade do não, mas também tremi ao pensar o tanto de coisa que eu preciso mudar e aprender a lidar, aprender a lidar com os outros, para chegar a tanto. Puxa, é muita coisa, é muita coisa a ser alterada, modificada, aprimorada. Eu sou bobo, bobo de tudo. Sou quase uma criança. Não presto atenção pras coisas, pros outros, muito menos pras meninas. Não tenho a menor percepção de como me portar. De como lidar com as intimidades. Me arrepia a ideia do quanto preciso fazer. Há tanto, tanto pela frente. Simplesmente preciso desenvolver um campo inteiro. E sinto que esse é o tempo de fazê-lo. Que eu preciso me tornar experimentado, embora eu questione o porquê de fazê-lo, já que não me parece tentador esse comportamento pegador.</p>
<p>Ontem disse pra D que a barreira que há entre as relações deles 3 comigo e de todos juntos precisa existir. As coisas que eles dizem calam fundo em mim. Me machucam. Me chocam. Me confundem. Me consternam. Não sei o que dizer, o que comentar, não é confortável. Nem sei como me portar, do que rir. Sou absolutamente falso e isso deve ser visível, exatamente o que eu não quero. Visibilidade dos problemas traz consigo dúvidas e perguntas. E nestas mora o problema. Eu disse: é um mundo que não me pertence. E saber dele, ter dimensão de como ele é, me incomoda profundamente. Simplesmente me incomoda. Não é que eu faça juízos de valor, que ache que eles deviam ser diferentes. É difícil explicar, talvez haja uma ponta de vergonha por não ter o que dizer realmente, talvez haja vergonha por reputar isso um assunto que não me diga respeito &#8211; mais até, um assunto que não devia ser debatido na frente de gente descalça &#8211; e assim eu me sinta -, tudo jungido a um tanto de pudicidade.</p>
<p>2- Como me sentia pela manhã:</p>
<p>Feliz, mas pesaroso.</p>
<p>Feliz porque D veio pra cá, passou uma temporada conosco. Ela nos diverte e dá liga pra casa, azeita a minha interação com R. Foi divertido e as coisas têm caminhado de volta para o status de ligação que havia antes. As barreiras que foram construídas vão caindo progressivamente e isso é muito positivo.</p>
<p>Feliz porque ela acentuou mais uma vez o quanto eu sou importante pra ela e pra L. Isso é gratificante e reconfortante, porque elas são muito importantes pra mim. Hoje, embora D me divirta muito, L é muito especial pra mim e uma semana longe dela nos trouxeram muitas saudades. Além de haver muita simpatia com ela, é nela que eu expresso o meu excesso de carinho, acumulado aqui desde muito tempo.</p>
<p>Feliz porque ela quer ouvir porque eu quero sair e como poderiam se organizar pra eu ficar. Isso é gratificante: revela que eu sou benquisto.</p>
<p>Feliz porque eu tenho administrado bem meus sentimentos. Ela me dá tesão, mas como AH também dá, nada mais. Ela está onita, em boa forma, é desejável. Devo ainda olhar de outra forma, mas não habita pedestais, não é a pessoa especial que já foi.</p>
<p>Triste, porque ela deixou claro que não há a menor chance de algo entre nós. Mas essa tristeza me fortalece: ela disse de uma forma que soou em mim como um quê de quem pode, de quem manda, como se estivesse se achando. Tanto que ela disse que infelizmente era o jeito dela, morder e assoprar e sabia que eu podia interpretar de uma forma diferente. Disse, então, a maior barbaridade de todas: reclamei que me incomodava não poder ser tão carinhoso quanto antes. Aí ela disse que pra ela também, mas, usando um exemplo tosco, disse que não podia ser diferente, porque se não seria como se B fizesse carinho em P, frisando que era tosco porque eu tinha bonsenso. Nossa, fiquei muito puto, isso entalou. Eu não sou P, nem me pareço de qualquer forma. E ela não pode me tratar assim. Ela não pode negar os avanços que eu tenho feito pra reduzir meu interesse por ela, pra administrar meus sentimentos. Eu estou quase superando essa estória toda! Estou a um passo disso! Ela não pode me tratar assim. E essa petulância toda? Onde já se viu, que absurdo! Eu nunca a tratei assim. E ela não admite que os pólos já foram diferentes. Eu devia ter me lembrado que dela ouvi uma vez que depois que as coisas ficaram fáceis ela perdeu o interesse. Devia ter internalizado isso pra aproveitar a onda dela. Pequei por não tê-lo feito, mas preciso passar adiante. E tenho passado. Falei com ela tudo o que eu disse pra me libertar de qualquer pretensão a ela, pra me livrar de remoer tudo. Acho que o fiz com competência. Acho que consegui. Ela devia tê-lo levado em conta. O fato é que ela está se sentindo demais. Está passando do ponto. Precisa de umas cortadas, precisa ser levada de volta ao seu lugar.</p>
<p>É nisso que eu devo trabalhar. Ser menos bom e mais neutro. Mais indiferente. Menos interessado. Sem querer tirar uma casca&#8230; Será isso?</p>
<p>De tudo, a conclusão de que:</p>
<p>1- preciso lidar com essa inércia e esse déficit histórico.</p>
<p>2- preciso tratar D com menos interesse e mais agressividade, pra que ela sinta a minha falta. Ela não pode dormir no meu quarto todos os dias mais.</p>
<p>3- preciso sair da convivência intensa deles. Meus ciúmes, minha inadequação não tolerarão o &#8220;modus operandi&#8221; deles. Talvez voltar, talvez mudar aqui mesmo. J e E podem ser uma opção barata e viável.</p>
<p>Uma nova semana desponta em algumas horas. Mais uma vez terei a chance de mudar, a cada dia, a cada hora. Posso criar o desejo de tudo alterar, posso transformar a ideia em ação. Tudo depende de mim. Eu preciso agir. Preciso ser o senhor da minha vida, o agente do meu futuro, do meu destino.</p>
<p>Preciso ser o capitão da minha alma. De novo e pra sempre.</p>
<p>Minhas lembranças num momento profundamente reflexivo,</p>
<p><em>Medina.</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/obalanco.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/obalanco.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/obalanco.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/obalanco.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/obalanco.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/obalanco.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/obalanco.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/obalanco.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/obalanco.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/obalanco.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/obalanco.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/obalanco.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/obalanco.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/obalanco.wordpress.com/76/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=76&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Exilado &#8211; II</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 20:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Medina</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Profundamente tocado, vendo ali uma descrição precisa de muito do que me assalta, passei a noite reflexivo. E ao me sentir vergastado por adotar uma posição, embora tola e negadora do meu real desejo, aprofundei a sensação de inadequação para o dia seguinte. Veiculei, então, reclamação para quem, supunha, fosse me compreender e prolongar a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=66&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Profundamente tocado, vendo ali uma descrição precisa de muito do que me assalta, passei a noite reflexivo. E ao me sentir vergastado por adotar uma posição, embora tola e negadora do meu real desejo, aprofundei a sensação de inadequação para o dia seguinte.</p>
<p>Veiculei, então, reclamação para quem, supunha, fosse me compreender e prolongar a discussão, já que passara havia poucos dias por uma fase reflexiva. Usei os seguintes termos:</p>
<p>&#8220;<em>Sabe quando você se sente deslocado, transmudado, transplantado para um ambiente em que não há semelhança, não há sintonia, não há identidade com os outros? Quando todos parecem girar numa rotação diferente da sua, quando você parece ser o último dos seres, valorizando o que os demais desprezam, execram ou ironizam, a ponto de você questionar as próprias escolhas e se sentir inferior ou infantil, tolo ou imaturo? Sabe quando você está cansado e experimentado demais pra ter esperanças de que o mundo mude pro seu jeito? Quando você sente vontade de ser tragado pelo chão ou de sumir pra sempre, deixar tudo e todos pra trás, saturado de tanta inadequação? Quando você sente que o presente conduz inevitavelmente à perplexidade, porque o futuro faz cada vez menos sentido? Você sabe?</em></p>
<div><em>Benvinda ao meu mundo.</em>&#8220;</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/obalanco.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/obalanco.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/obalanco.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/obalanco.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/obalanco.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/obalanco.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/obalanco.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/obalanco.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/obalanco.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/obalanco.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/obalanco.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/obalanco.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/obalanco.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/obalanco.wordpress.com/66/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=66&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Exilado &#8211; I</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 20:14:22 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo começou com um texto de Luiz Felipe Pondé, para a Folha de S. Paulo de segunda-feira, 20 de julho de 2009.<br />
Entitulado &#8220;Catherine&#8221;, em referência à personagem d&#8217;O morro dos ventos uivantes, o artigo discorreu sobre a alma romântica. Gostaria de transcrevê-lo, mas não o faço em respeito ao autor. Em síntese, descreveu como eu me sinto.<br />
&#8220;<em>A alma romântica habitando um corpo moderno enfrentará o mundo devastado pela arrogância idiota dos modernos, pela objetividade morta da ciência, pelo niilismo do dinheiro, pela certeza cética da inutilidade da verdade. Em uma palavra, será uma exilada.</em>&#8220;<br />
&#8220;<em>Não esqueça, caro leitor, que o romântico não é propriamente um idiota nostálgico, o romântico é um sobrevivente, sente-se como uma espécie caçada, um mutante que já nasceu num habitat hostil.</em>&#8220;<br />
&#8220;<em>Quem se sabe desde o inicio derrotado, detém uma forma de poder invisível que o torna perigoso, justamente porque não combate pela vitória, mas sim porque sua natureza é não ter futuro.</em>&#8220;<br />
&#8220;<em>Resistir é nesta alma uma primeira natureza. Talvez combatam porque esta seja a natureza de quem já nasceu num mundo que não é seu ou porque não conheça outra forma de se comportar num mundo onde há muitas esperanças, mas não para eles. Todo cuidado é pouco diante de quem não tem nenhuma expectativa.</em>&#8220;<br />
&#8220;<em>O desafio para um romântico é aprender a lidar com suas sensações num mundo em que elas não significam nada. Mas, a chave é perceber que nos momentos em que elas se tornam incontroláveis, ele deve correr para a escuridão, porque românticos são animais da lua e não do sol, se alimentam da sombra.</em>&#8220;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/obalanco.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/obalanco.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/obalanco.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/obalanco.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/obalanco.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/obalanco.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/obalanco.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/obalanco.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/obalanco.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/obalanco.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/obalanco.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/obalanco.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/obalanco.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/obalanco.wordpress.com/63/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=obalanco.wordpress.com&amp;blog=2528762&amp;post=63&amp;subd=obalanco&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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